Ansiedade a doença que Impacto na Produtividade 27 set 2018

BY: rdhadmin

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ANSIEDADE – A DOENÇA DO NOSSO SÉCULO E SUA INFLUÊNCIA NA PRODUTIVIDADE

ANSIEDADE

A DOENÇA DO NOSSO SÉCULO E SUA INFLUÊNCIA NA PRODUTIVIDADE

Ansiedade é a doença que Impacto na Produtividade. Os termos latinos correspondentes a ansiedade e angústia vem do grego aghô, eu aperto, eu estreito. Dele, surge no latim as palavras angoe anxioque significam constrição física e tormento.

Em alemão, Angst– medo

Sensação de receio e apreensão, sem ou com causa evidente. Sinônimo de ânsia, aflição: perturbação de espírito causa pela incerteza e pelo receio.

Pensamentos repetitivos, preocupações constantes, impaciência, querer resolver as coisas para ontem, não prestar atenção no que está vendo, ouvindo ou falando.

Cansaço pela repetição dos problemas e das preocupações

Perda de energia para mudar as coisas. Sensação de estar brigando com o mundo (reação de luta e fuga)

Ansiedade a doença que Impacto na Produtividade

A importância de nomear para resignificar

Ansiedade por ser uma doença que Impacto na Produtividade, acaba gerar uma reação de resposta de luta e fuga que não corresponde a realidade quando ela é exagerada ou repetitiva. Está ligado ao medo irracional.

Existe o medo e a ansiedade positiva e o medo e ansiedade negativa ou psicológica.

É um estado de apreensão e aflição, que nos tira do presente e pode nos levar a ter pensamentos compulsivos.

Ansiedade é antecipação de uma situação desagradável e que trazemos para o presente.

Criamos adrenalina e noradrenalina como se tivesse um perigo nos rondando.

Existem vários tipos de perturbação de ansiedade (irei apenas citar algumas destas perturbações com uma breve explicação)

– A Ansiedade Generalizada caracteriza-se por uma preocupação excessiva e irrealista perante situações rotineiras da vida, tais como responsabilidades no emprego, saúde dos membros da família, pequenos problemas do dia-a-dia, etc;

– As Fobias – caracterizam-se pelo medo excessivo e irracional face a um objeto ou situação (animais, alturas, espaços fechados, multidões, etc.);

– A Perturbação de Pânico – caracteriza-se pela presença de ataques de pânico repetidos (período de medo intenso ou terror, associado frequentemente a um sentimento de morte iminente, acompanhado de sintomas como falta de ar, palpitações, dor no peito, suores frios, confusão mental e/ou vómitos, que se inicia subitamente) sem causa aparente. O medo de repetir os ataques de pânico invade o espaço mental das pessoas que sofrem desta perturbação;

– A Perturbação Obsessivo-Compulsiva caracteriza-se pela presença de ideias, pensamentos, impulsos ou imagens, sentidos como intrusivos e inapropriados e que causam forte ansiedade ou mal-estar, mas que persistem e que a pessoa sente incapaz de controlar. Alguns exemplos são: necessidade de lavar as mãos repetidamente, contar os objetos, necessidade absoluta de ordenar tudo, pensamentos agressivos repetidos ou imagens sexuais recorrentes, etc.);

– O Síndrome de Pós – Stress Traumático consiste no aparecimento de um conjunto de sintomas característicos na sequência de um acontecimento estressor traumático extremo, que implica uma experiência direta ou indireta com uma situação que envolva morte ou ameaça grave à integridade física para o indivíduo ou outros (por exemplo, violência sexual, guerra, acidente grave, etc.).

Não existe um fator único que explique o aparecimento de determinada perturbação de ansiedade. De um modo geral, existem fatores de natureza biológica e psicológica (acontecimentos externos e conflitos internos) envolvidos no desenvolvimento da perturbação de ansiedade.

Ansiedade é quando não estamos conectados conosco e com o momento presente. É quando não vivemos o Sentido ou Propósito da Vida, segundo Victor Frankl.

É quando vivemos no piloto automático, sem consciência de quem somos nós e o que estamos fazendo aqui. É viver em função das notícias ruins ligadas ao passado ou ao futuro. Ela pode se tornar um hábito destruidor de nossa capacidade de se relacionar, de sentir prazer, de sentir alegria e paz e se tornar pouco criativa.

Ansiedade nos faz sofrer e também aos outros, pois ficamos cheios de razão, de pontos de vistas e muito crítico, nos isolando cada vez mais.

Ansiedade parece que sempre estamos em dívida e que tudo que fazemos não é suficiente. Somos devedores do mundo. E sempre em estado de que algo ruim vai acontecer. (estado de hipervigilância)

Procurar ser perfeccionista é um estado de ansiedade.

Quando desenvolvemos um alto grau de ansiedade, o nosso trabalho fica bem prejudicado. Teremos dificuldade de focar no que estamos fazendo, nos distrairemos constantemente,  gerando estados alterados de humor, como a  irritação, impaciência, frieza em relação ao outro, perdas de vínculos, afastamento e isolamento.

O que gera uma baixa produtividade e um grande esforço para cumprir as suas tarefas. Um esforço que reforça o estado de ansiedade, gerando um ciclo vicioso que deve ser rompido através do reconhecimento urgente deste estado interno.

Ansiedade a doença que Impacto na Produtividade

DICAS PARA LIDAR MELHOR COM A ANSIEDADE.

  • Tomar consciência o que gera mais ansiedade; uma dica é o onde tenho mais apego, mais expectativa e pensa repetidamente em algum assunto específico.
  • Fazer atividade física 3 x semana, 30 minutos por dia.
  • Praticar relaxamento ou meditação, 5 minutos de manhã e 5 minutos a noite
  • Viver, procurando elogiar a si, ao outro e aos outros.
  • Não menosprezar nem idolatrar a ansiedade. É um estado psíquico passageiro.
  • Seja um pouco mais seletivo no que lê, fala, ouve e pensa.

O pensador russo Gurdjeev traçou 20 regras de vida, que foram colocadas em destaque no “Instituto Francês de Ansiedade e Stress”, em Paris.

Dizem os expertsem comportamento que, quem já consegue assimilar um mínimo de 10 delas, seguramente aprendeu a viver com qualidade interna….

Aí estão:

1 – Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2 – Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3 – Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4 – Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5 – Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6 – Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos.

7 – Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8 – Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais  importantes.

9 – Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10 – Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11 – A família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12 – Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.

13 – É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente, ao menos num raio de 100 quilômetros. Não adiantará se estiver mais longe.

14 – Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15 – Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16 – Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo…; para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17 – A rigidez é boa na pedra, não no ser humano. A ele cabe firmeza.

18 – Uma hora de intenso prazer substitui, com folga, 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19 – Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a pureza e a fé.

20 – Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é o que se fizer.

Ansiedade a doença que Impacto na Produtividade

27 set 2018

BY: rdhadmin

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LIBERTANDO-SE DO CRÍTICO INTERNO E RECUPERE A SUA AUTO ESTIMA

LIBERTANDO-SE DO CRÍTICO INTERNO.

 RECUPERE A SUA AUTO ESTIMA

Você tem o hábito de se cobrar, se julgar, se criticar, se chicotear e de achar que está sempre em dúvida com alguém ou alguma coisa?

Se estes sentimentos refletem a maneira como você se sente em muitos momentos, acredite – você não está sozinho. Eles refletem a presença do “crítico interno”.

Liberte-se do critico interno, recupere a auto estima.

Um aspecto de nossa personalidade criada nos primeiros anos de vida, e que reflete os julgamentos e censuras que recebemos de nossa família, escola e grupo religioso.

O crítico nasce junto com o processo de socialização, período em que aprendemos as regras, os comportamentos e os valores socialmente aceitos. Através do crítico sabemos se nossas ações, pensamentos ou emoções estão em concordância ou discordância com estas regras e valores. Se formos “obedientes” iremos nos sentir bem, se quebrarmos as normas ou expectativas, nos sentiremos culpados ou desmoralizados.

Com o tempo não é mais necessária a repreensão por figuras de autoridade, pois nosso crítico interno antecipa-se, alertando-nos de qualquer comportamento que possa trazer descontentamento ou ameaçar o status quo.

A partir do momento em que o crítico centraliza nossa auto percepção ocorre um bloqueio em nosso crescimento mental e emocional. Por medo de sermos expostos, criticados e humilhados deixamos de mostrar quem realmente somos (integridade) e o que somos capazes de fazer (habilidades), o que diminui nossa auto estima e auto confiança e faz surgir vários sintomas, entre eles a depressão, a ansiedade, a insegurança e a falta de sentido na vida.

Gradativamente, esta dimensão julgadora de nossa personalidade desenvolve uma inteligência e uma intuição próprias, uma capacidade precisa para analisar nossos sentimentos, motivações e dúvidas e, principalmente, para identificar as falhas e as nossas limitações.

Para muitos de nós o crítico interno excedeu sua área de atuação e competência. De posse de informações confidenciais, como medos e fragilidades, ao invés de nos apoiar nos momentos difíceis, ele aparece como um doutor sabe-tudo, exagerando, ou mesmo inventando dificuldades e limitações pessoais. Funciona de forma independente, sem controle, perseguindo e questionando cada uma de nossas ações e decisões.

Quando não temos controle sobre o nosso crítico interno, este pode ser capaz de sabotar nossos sonhos, objetivos ou projetos apenas para confirmar a sua versão da nossa história, o “quanto ele tinha razão”.

Através da auto sabotagem criamos conflitos desnecessários para nós mesmos – atos que, de forma intencional ou subconsciente, frustram ou impedem a realização de um propósito sobre o qual investimos nossas energias.

As maneiras mais frequentes de sabotagem envolvem questões de trabalho (a perda de uma oportunidade), de relacionamento (término ou frustração), financeiras (aplicar mal o dinheiro) ou de competência (desempenhar-se abaixo da capacidade) ou de confiança (confiar em pessoas não confiáveis).

Por trás das atitudes de sabotagem existem crenças auto limitantes que são utilizadas pelo crítico com objetivo destrutivo, entre elas: “eu não sou bom o suficiente”; “eu não mereço ter sucesso”; “eu não mereço ser amado”, “eu sou egoísta, só penso em mim”, etc.

O processo de auto hipnose induzido pelo crítico é muitas vezes tão poderoso que mesmo reconhecendo os sinais ou indicações internas que nos alertam para o resultado final desastroso, raramente somos capazes de mudar de atitude – existe um sentimento de inevitabilidade, de “destino”, que nos impede de questionar o que está acontecendo.

Liberte-se do critico interno, recupere a auto estima

O Crítico no Trabalho

No campo profissional, o crítico interno também cobra o seu preço. Nos momentos decisivos de uma reunião ou tomada de decisão ele aparece em nossa consciência, comentando: “Hei, onde você pensa que está indo? Você não é tão competente quanto imagina”; “Se isto der errado, você sabe com que cara vai ficar?”; “Imagine só se eles souberem que você …“; “Veja como os outros têm sucesso, enquanto você …”, ou “você não tem o direito de errar”.

Nos momentos em que queremos exercer a autonomia, o espírito de risco, a iniciativa, a criatividade e a capacidade de dar e receber feedback, nosso crítico não nos ajuda. Pelo contrário, por conhecer e exagerar todas nossas limitações e deficiências, ele faz tudo para minar nossos esforços nesta nova direção.

Para ele, o modelo burocrático de empresa é o ideal – cada um fazendo apenas aquilo que estava definido em sua descrição de cargo, sem questionar processos e práticas nem confrontar ou arriscar nada.

O crítico não aparece apenas dentro de nós, em nossa imobilidade diante de novas situações. Ele revela-se também fora de nós, na figura de um juiz exigente que tudo percebe, compara e critica.

Este juiz vai ficando mais evidente na medida em que galgamos postos mais altos dentro da empresa. O poder de controlar cada vez mais pessoas, processos e recursos, oferece a oportunidade para que o crítico domine os relacionamentos.

É freqüente o caso de profissionais recém promovidos tratarem seus colegas, repentinamente, de forma fria e distante. Uma posição hierárquica superior estimula o crítico interno, que se manifesta sob a forma de atitudes e comportamentos extremamente exigentes, críticos e perfeccionistas, criando um ambiente de trabalho insuportável, estressante.

Liberte-se do crítico interno. Recupere a auto estima

Transformando o Crítico

Atualmente sabemos o suficiente sobre este personagem aparentemente hostil, e de como transformá-lo num aliado em nosso processo de realização pessoal e profissional.

Para isto é importante identificar quando o crítico está funcionando sem limites – isto pode ser detectado pelo tom de voz agressivo, a utilização de frases destrutivas e ameaçadoras, que geram sentimentos de culpa, inadequação ou inferioridade e falta de energia ou ânimo para a vida.

Em muitas situações nosso crítico é estimulado por pessoas críticas e perfeccionistas à nossa volta.

Para lidar com estas situações, pergunte-se:

  • . quais são as pessoas que me fazem sentir mal comigo mesmo?
  • . o que ela faz ou fala que te deixa mal?
  • . qual a sua reação diante das ações ou comentários desta pessoa?
  • . que alternativas positivas você pode desenvolver?

Liberte-se do critico interno, recupere a auto estima

Em termos de alternativas, é bom lembrar: aquilo que as outras pessoas sentem em relação a nós está associado ao passado delas.

Se alguém insiste em nos criticar e julgar severamente, é porque o nosso comportamento ou comentário recorda algo ameaçador em sua história pessoal (a não ser que o nosso comportamento seja francamente irresponsável ou abusivo).

Neste caso existem duas alternativas: se possível, afastar-se destes relacionamentos (a melhor maneira de nos respeitarmos é conviver apenas com aqueles que nos respeitam); se não for possível, repetir para si mesmo: “Isto não sou eu, isto não é dirigido para mim”.

Há outras situações em que o crítico emerge e danifica nossa auto-estima e auto imagem, caracterizadas por uma maior vulnerabilidade, falta de controle, insegurança, inadequação ou incompetência.

Entre elas  podemos citar:comportamentos de falta de integridade, situações estressantes, desconhecidas ou adversas e aquelas em que nos tornamos o centro das atenções. Em qualquer uma delas devemos estar alertas para não sermos “massacrados” pelo nosso crítico e, assim, agravar uma situação já complicada.

Líderes muitas vezes são definidos como aqueles que conseguem permanecer calmos, isentos, em situações de caos e ameaça.

Não é difícil perceber que esta habilidade tão valorizada não é gratuita,  mas é  conseqüência de um trabalho de conscientização constante que implica num domínio pessoal sobre o crítico interno, e mesmo sobre o juiz externo – pessoas que estão dominadas pelo crítico e se comportam de forma emocional, pessimista, prejudicando o trabalho em equipe e o clima de confiança entre as pessoas.

Não importa em que ambiente exercemos nosso papel, nem qual o nosso poder de mudar as estruturas de poder. Compreender as conseqüências destrutivas de comportamentos influenciados pelo crítico interno e os benefícios gerados sob a influência de nossa intuição, faz toda a diferença.

Não apenas geramos uma melhor qualidade de vida para nós mesmos, mas seremos capazes de apoiar um ambiente de maior harmonia, transparência e confiança, que afetará todos os nossos relacionamentos.

O Crítico é um grande sabotador interno. A voz do Crítico é:

  • Muito exigente
  • Nunca está satisfeito.
  • Ser sempre patologicamente perfeccionista.
  • Não aceita erros.
  • Compete e compara.
  • Ansioso e aflito.
  • É autoritário.
  • Desconfia de você mesmo e de todos.
  • Extremamente controlador.
  • Extremamente pré-ocupado com tudo.
  • Destruidor do aspecto lúdico e criativo.
  • Impedidor de novos aprendizados.
  • Grande destruidor de vínculos.
  • Promotor de uma grande desconexão interna (olhar somente para fora, julgador)
  • Compromete o olhar para o êxito na sua vida.
Liberte-se do crítico interno. Recupere a auto estima

Inteligência Positiva (Shirzad Chamine)

Os Sabotadores são os inimigos internos. São crenças, conjunto de padrões mentais automáticos e habituais, cada um com a sua própria voz, crença e suposições que trabalham contra o que é melhor para vocês.

São dez, estes Sabotadores:

O Crítico

O Crítico é o principal Sabotador, o que afeta todo mundo. Ele leva você a constantemente encontrar defeitos em si mesmo, nos outros e nas suas condições e circunstâncias.

Gera a maior parte de sua ansiedade, estresse, raiva, decepção, vergonha e culpa. A mentira dele para se justificar é a de que sem ele, você ou os outros se transformariam em seres preguiçosos e sem ambição que não iriam muito longe.

Assim, a voz dele costuma ser confundida com a voz durona da razão em vez de o Sabotador destrutivo que realmente é.

O Insistente

O Insistente é a necessidade de perfeição, ordem e organização levada longe demais. Ele deixa você e os outros ao seu redor ansiosos e nervosos. Drena a sua energia ou a dos outros com medidas extras de perfeição que não são necessárias.

Também faz você viver em constante frustração consigo mesmo e com os outros por as coisas não estarem perfeitas o bastante. A mentira dele é que o perfeccionismo é sempre bom e que você não paga um preço muito alto por ele.

O Prestativo

O Prestativo obriga você a tentar ganhar aceitação e afeição ao ajudar, agradar, salvar ou elogiar os outros constantemente. O resultado é que ele faz com que você perca de vista suas próprias necessidades e se ressinta dos outros.

Também encoraja os outros a se tornarem exageradamente dependentes de você. A mentira dele e que você está agradando os outros porque é uma coisa boa de se fazer, negando que, na verdade, você está tentando ganhar afeição    e aceitação indiretamente.

O Hiper-Realizador

O Hiper-Realizador deixa você dependente de desempenho e realizações constantes para ter respeito e validação próprios. Ele mantém você concentrado principalmente no sucesso exterior em vez de no critério interior para felicidade.

Costuma levar a tendências insustentáveis de vício em trabalho e faz com que você perca contato com necessidades emocionais e de relacionamento mais profundas.  A mentira dele é que sua aceitação própria deveria ser dependente do desempenho e da valorização externos.

A Vítima

A Vítima quer que você se sinta emotivo e temperamental como forma de ganhar atenção e afeto. Ela resulta em um foco extremo em sentimentos internos, principalmente os dolorosos, e pode muitas vezes resultar em uma tendência a se martirizar.

As consequências são que você desperdiça sua energia mental e emocional, e os outros se sentem frustrados, impotentes ou culpados de nunca conseguirem fazer você feliz por muito tempo.  A mentira da Vítima é que assumir a figura de vítima ou mártir é a melhor maneira de atrair cuidado e atenção para si mesmo.

O Hiper-Racional

O Hiper-Racional coloca um foco intenso e exclusivo no processo racional de tudo, incluindo relacionamentos. Ele faz com que você seja impaciente com as emoções das pessoas e as veja com indignas de muito tempo e consideração.

Quando você está sob influência do Hiper-Racional, pode ser visto como frio, distante ou intelectualmente arrogante. Ele limita sua profundidade e flexibilidade com relacionamentos no trabalho e em sua vida pessoal e intimida pessoas com mentes menos analíticas.

A mentira dele é que a mente racional é a forma mais importante e útil de inteligência que você possui.

O Hipervigilante

O Hipervigilante faz você sentir ansiedade intensa e continua em relação a todos os perigos que cercam você e em relação a tudo o que poderia dar errado. Ele fica constantemente em estado de alerta e nunca pode descansar.

Isso resulta em uma grande quantidade de estresse continuo que exaure você e os outros. A mentira dele é que os perigos ao seu redor são maiores do que realmente são e que a vigilância ininterrupta é a melhor maneira de lidar com eles.

O Inquieto

O Inquieto está constantemente em busca de emoções maiores na próxima atividade ou mantendo-se sempre ocupado. Ele não permite que você sinta muita paz e alegria com sua atividade atual.

Dá a você uma contínua série de atividades que o faz perder o foco nas coisas e nos relacionamentos que realmente importam. As outras pessoas têm dificuldades em acompanhar a pessoa guiada pelo Inquieto e costumam se sentir distantes dele ou dela.

A mentira dele é que, ao se manter tão ocupado, você está vivendo a vida intensamente, mas ele ignora o fato de que a busca por uma vida cheia faz você perder a vida que está acontecendo no momento.

O Controlador

O Controlador funciona movido a uma necessidade ansiosa de estar no comando, controlar situações e dirigir as ações das pessoas de acordo com a vontade dele. Ele gera alta ansiedade e impaciência quando isso não é possível.

Na visão do Controlador, ou você está no controle, ou está fora de controle. Enquanto o Controlador permite que você consiga resultados em curto prazo, ele acaba gerando ressentimento nos outros em prazos mais longos e impede que eles exercitem e desenvolvam sua capacidade plena.

A mentira dele é que você precisa do Controlador para extrair os melhores resultados das pessoas ao seu redor.

O Esquivo

O Esquivo se concentra no positivo e no prazeroso de uma maneira extrema. Ele evita tarefas difíceis e desagradáveis e conflitos. Ele leva você aos hábitos de procrastinar e fugir de conflitos. Isso resulta em explosões nocivas, em conflitos sufocados que foram deixados de lado, e provoca atrasos na conclusão de coisas. A mentira dele é que se você evitar falar de conflitos, você está sendo positivo.

O SÁBIO

Se os Sabotadores representam seus inimigos interiores, seu Sábio representa a parte mais profunda e inteligente de você. Ele é a parte que pode se elevar acima da confusão e na o permitir se deixar levar pelo drama e pela tensão do momento e nem ser vítima das mentiras dos Sabotadores.

A perspectiva dele de qualquer desafio que você encara é que esse desafio ou é uma dádiva  ou uma oportunidade ou pode ser transformado nisso. Ele tem  acesso a cinco grandes poderes da sua mente e os mobiliza para encarrar qualquer desafio.

Esses poderes residem em áreas de sua mente diferentes das que alimentam seus Sabotadores.

Os cinco grandes poderes do seu Sábio são:

  1. Explorar com grande curiosidade e mente aberta.
  2. Ter empatia consigo mesmo e com outros e levar compaixão e compreensão a qualquer situação.
  3. Inovar e criar novas perspectivas e soluções fora dos parâmetros convencionais.
  4. Navegar e escolher um caminho que melhor se encaixe em seus valores e missão mais profundos e básicos
  5. Ativar e ter ações decisivas sem o tormento, a interferência eas distrações dos Sabotadores.

Liberte-se do critico interno, recupere a auto estima

27 set 2018

BY: rdhadmin

Serviço Clínico

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OS 3 NÍVEIS DE RELACIONAMENTOS

OS 3 NÍVEIS DE RELACIONAMENTOS

Nos relacionamentos, encontramos um dos instrumentos mais importantes para o exercício que nos levará a cura de nossos apegos mais profundos.

É no encontro que surge a maior oportunidade para evolução ou estagnação. É no encontro que tentamos recriar as feridas da infância para superá-las. Como não temos consciência disto, estamos muito mais próximos da repetição inconsciente dos mesmos padrões do que para evolução dos mesmos

Na realidade, nesta afirmação está contida a profunda verdade de que a maioria de nós passa uma vida inteira assistindo ao mesmo filme com cenários e atores diferentes. Mas o ponto central está lá. Temos sempre um foco a ser trabalhado e vários sub-focos ligados a este ponto central. Cada um sabe onde está seu maior apego, e até que ponto este apego nos fez abandonar nosso maior desejo em vez de nos fazer ir ao encontro dele.

Nos apegamos tanto ao medo da dor que acabamos por ter cada vez mais dor.

Para que possamos vislumbrar a perspectiva de um novo entendimento dos relacionamentos com os outros, com os fatos, objetos e consigo mesmo, é necessário a compreensão da existência de alguns níveis de amor contidos dentro de nós; e também é necessário compreender que as relações são oportunidades para que possamos perceber onde estão nossos maiores apegos.

São estes os níveis de relacionamentos descritos pela abordagem de Jean Yves Leloup:

“Ninguém cura ninguém e ninguém se cura sozinho; as pessoas se curam no encontro.”

Roberto Crema

PORNÉIA  – É o relacionamento do bebê com a mãe

Mama, bebe e  come, enfim é o relacionamento que consome o outro. A ser humano e as empresas estão consumindo o outro, os recursos e os ecossistemas. Neste tipo de relacionamento devoramos o outro, e quando o outro nos decepciona, nós o “vomitamos”.

Amar e rejeitar é a lei básica deste nível de relacionamento.

EROS  –  É o relacionamento do adolescente, do encantamento.

É o relacionamento no qual se busca a felicidade, você vai na direção do outro para ser feliz com ele. Se não somos felizes, “adolescentemente” culpamos o outro. Vamos buscar alguém para preencher aquela falta que não recebemos na infância. É o mito da alma gêmea, de que outra metade irá me completar.

PHILIA –  É o relacionamento da troca.

No momento em que trabalhamos um pouco na evolução de nossos apegos, e passamos a compreender um relacionamento, no sentido de que ninguém nos fará feliz, e de que a felicidade é uma conseqüência natural de se conseguir ser quem  se é. Pleno e inteiro surge este nível de relacionamento que é a parceria e o companheirismo. Quando vamos na direção do outro para aprender a ser humano, aprendendo dar e receber afeto.

Philia, é quando deixamos de consumir para compartilhar.

ÁGAPE – É o nível mais alto de relacionamento. Ele é incondicional, o afeto gratuito, transpessoal. É o estado interno maior que o coração humano.

Diria que este nível de relacionamento é para os “seres iluminados”, os santos, são as pessoas que realmente conseguiram se tornar “humanizadas”, ou seres humanos de verdade, na sua plenitude.

Como na maior parte da vida estamos nos relacionando no nível da pornéia e de eros, eles vão se tornando cada vez mais superficiais e distantes, e dificilmente iremos amadurecer para melhorar nossas relações profissionais e afetivas.

Desta forma é necessária uma reflexão profunda de quais os níveis de relacionamentos estamos vivendo para que possamos experimentar um pouco de felicidade e evolução em nosso caminho.

E desta forma sermos mais verdadeiro, inteiros e produtivos em nosso trabalho.

27 set 2018

BY: rdhadmin

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OS 4 NÍVEIS DE INTELIGÊNCIAS

OS 4 NÍVEIS DE INTELIGÊNCIAS

Sentido etimológico de inteligência: capacidade de discernir, de separar, de peneirar entre as diferentes alternativas e ser capaz de toma a decisão mais oportuna. Uma pessoa inteligente é, de fato, uma pessoa que sabe separar o essencial do acidental, o valioso do que carece de valor, aquilo que necessita para desenvolver uma determinada atividade daquilo que é irrelevante para a mesma.  Dentro deste contexto, conhecer e dominar os 4 níveis de inteligências.

A inteligência é o recurso que dá abertura para a totalidade e a capacidade de conquistar a verdade Ela capacita a transcender-se e superar todos os limites.

Um ser vivo se conduz inteligentemente quando põe em prática uma conduta caracterizada pelas seguintes notas:

  • Haver sentido;
  • Não basear-se em tentativas anteriores ou repetir-se em cada nova tentativa;
  • Responder a situações novas que não sejam típicas para a espécie ou para o indivíduo;
  • A capacidade que ela tem de criar-se em si mesma.

Teoria da Inteligência Múltiplas (Howard Gardner, Psicólogo Americano, 1983)

A identificação de distintas formas de inteligência não conduz a uma visão fragmentada da mente humana, pois cada uma desenvolve uma função peculiar e está integrada no conjunto.

São formas interdependentes e nenhuma delas é auto suficiente. portanto, é de vital importância conhecer e aprender a dominar os 4 Níveis de Inteligências.

  1. Inteligência lógico-matemática – racional

 Nos torna capazes de resolver problemas mediante processos indutivos e dedutivos, aplicando o raciocínio, os número e padrões abstratos. Manifesta-se nos cientistas atuais, engenheiros, matemáticos, economistas e administradores.

Durante muito tempo foi considerada a única inteligência no mundo ocidental, a dos números.

 

  1. Inteligência intrapessoal – emocional

 Nos habilita para formar uma imagem verdadeira e precisa de nós mesmos, para distinguir o que somos daquilo que representa no plano das relações sociais. Também nos permite compreender as necessidades mais profundas e os desejos fundamentais que emergem de nosso ser. Nos possibilita de conhecer aspectos internos de nossa própria identidade. O cultivo desta inteligência é essencial para elucidar qual profissão exercer e a função social a desenvolver. O autoconhecimento é a chave do êxito na vida afetiva e profissional

 

  1. Inteligência interpessoal ou social – relacional

 É a faculdade para entender e compreender os outros. Uma pessoa que cultive esta modalidade de inteligência tem uma habilidade especial para as relações sociais, para estabelecer vínculos e alianças empáticas com seus semelhantes, o que lhe é especialmente útil para gerar projetos em equipe e criar coesão em grupos de trabalho. Manifesta-se nos líderes religiosos, nos políticos, profissionais de socorro e bons professores, bem como em verdadeiros líderes corporativos.

Inteligência Espiritual – capacidade de transcender

É um tipo de inteligência que nos interrogue sobre o sentido da vida.

Para que vivemos?

Pergunta voltada ao fim, ao objetivo, a orientação para a nossa vida.

Para que serve a Inteligência Espiritual?

  • Abre a nossa mente ao fim, ao horizonte, ao objetivo maior e serve para ver as coisas em perspectivas.
  • Também serve para tomarmos distância, silenciar, desconectar, “desaparecer para valorizar como estou no mundo”. Analisar como estou no mundo, como andam meus vínculos, minhas atitudes e posturas perante a vida.
  • Capacidade de maravilhar-se do mundo, diante de um quadro, de um mar, de uma flor, de uma mesa de jantar bonita, de uma atitude nobre, de uma pessoa, etc…
  • Capacidade de aprofundar e transcender. Não se limita ao que vê, ao superficial, ao objetivo, ao senso comum.

No mundo corporativo, é a empresa que consegue olhar de fora o que está acontecendo dentro dela. Esta capacidade somente os seres humanos tem e quanto mais a acessamos mais chance temos de ultrapassar e transcender os problemas atuais em que estamos.

A capacidade de olhar de fora tem um enorme poder de tomarmos a melhor decisão para sair de nossa zona de conforto.

26 set 2018

BY: rdhadmin

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Oito novas competências e habilidades que todo líder de sucesso precisa desenvolver

Oito novas competências e habilidades que todo líder de sucesso precisa desenvolver

 

  1. O líder como criador do futuro

O líder deve nutrir muita coragem, curiosidade e um inconformismo constante com o estado atual do negócio. A inquietude é uma das palavras-chave desse comportamento.

O líder deve aprender a desaprender

 

  1. Pense bold

O líder deve sonhar grande, ser ousado, arrojado, corajoso, audaz, atrevido, forte e vigoroso.

O líder que pensa bold entende que uma das capacitações necessárias para dar conta de sua ambição é atrair pessoas habilitadas para sonhar o mesmo sonho. Para que isso funcione de fato, é necessário suprimir sua individualidade, colocando-a disposição da companhia e seus projetos.

Sonhar grande é bom. Sonhar bold é trasnsformador.

 

  1. Propósito Transformador Massivo

O propósito torna clara a visão da empresa e seu conjunto de valores e crença. Ao líder cabe, mais do que determinar adequadamente o propósito, garantir sua preservação e manutenção em toda a corporação.

O PTM é uma evolução do conceito original de propósito e está ancorado na visão que a tecnologia atual permite a solução de problemas globais que impactam, de forma massiva e transformadora, um universo abrangente de indivíduos. Esta perspectiva está fundamentada na constatação de que, pressionados pela suas constantes questões políticas e mecanismo de poder, as organizações e os seus líderes gastam tempo excessivo com questões internas e perdem o contato com seu mercado e clientes.

Um PTM  (Propósito Transformado Massivo) é:

*ÚnicoInspira a todos.

*Abrangente.

*Não é estreito ou orientado a uma tecnologia específica.

*Destinado ao coração e à mente.

*Declarado com sinceridade e confiança.

O PTM para ter sucesso precisa que seja destinado ao cérebro das pessoas e também ao coração

 

  1. O líder como tomador de riscos.

 Não existe mais uma organização formada. Todas estão em formação constante e continua.

 

  1. O líder com entendedor da Lei de Moore, plataformas e novas tecnologias.

É necessário estar familiarizado com a inteligência artificial (AI)

O blockchain é a infraestrutura que suporta o bitcoin

 

  1. Foco no cliente, cliente, cliente.

  Regras do negócio, segundo os americanos.

 

1-O cliente sempre tem razão.

2-Quando o cliente não tiver razão, vole para a primeira regra

3-Na dúvida, siga a regra 1.

É necessário se desapegar da visão clássica que trata essa proximidade como um risco, como uma forma de empoderamento do público

 

  1. A Capacidade de fazer grandes perguntas.

Os líderes devem abandonar suas convicções ultrapassadas sobre a necessidade de terem sempre as respostas, na ponta da língua, para qualquer demanda. Na 4 Revolução Industrial, o ponto de inflexão está nas mãos de quem faz as perguntas certas e não nas de quem tem as respostas prontas.

É importante resgatar, novamente, a relevância da humildade com fator de desenvolvimento pessoal, com o líder aprendendo a desaprender e se desapegando de suas certezas, muitas delas entranhadas nas profundezas de sua consciência.

No ambiente empresarial, o indivíduo nunca foi motivado a conviver harmonicamente com perguntas, pois, dessa forma, transmitiria uma sensação de insegurança.

O artigo de Theodore Levitt, “Marketing myopia”. O pilar fundamental para que o líder encontre a essência de seu negócio é uma pergunta simples, cujos segredo e profundidade residem na busca pela sua resposta: “Qual é o seu negócio?”

 

  1. O líder conector

 Steve Jobs foi quem melhor personificou esse perfil. Em 2005 em seu discuso aos formandos da Universidade de Stanford, ele popularizou sua visão sobre “connecting the dots” (conectando os pontos).

26 set 2018

BY: rdhadmin

Serviço Empresarial

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O PODER INVISÍVEL NAS ORGANIZAÇÕES

O PODER INVISÍVEL NAS ORGANIZAÇÕES.

É fundamental entender o que é o conceito de projeção, na Psicologia. Por desconhecermos o funcionamento das armadilhas criadas pela mente realizamos uma desconexão entre nós e nossos sentimentos, projetando nos outros nossas emoções e pensamentos.

 

Um exemplo simples é você estar alegre num determinado dia e ao encontrar um amigo e ele lhe perguntar: Você está triste? Na verdade, quem está triste é ele, mas como se desconectou de seu próprio sentimento passando a ver sua própria tristeza nos outros.

 

A projeção é a lei que nos faz fazer contato com nossas sombras. Sombras, são sentimentos ou questões que não trazemos a luz da consciência. Para saber reconhecê-las é necessário compreender que tudo que vejo de melhor ou pior nos outros está dentro de mim.

 

Por desconhecer isto, estamos sem saber, acreditando na neutralidade, na imparcialidade de nossas opiniões. É um engano do que aprendemos sobre o sistema de pensamentos.

 

“Nada define melhor o que vamos nos tornar do que aquilo que decidimos ignorar”.

            Sand Mac nub

Se não cuidamos e acolhemos nossas sombras estaremos perdendo o fio da meada que leva ao processo de auto descoberta. Em função desta questão é fundamental a importância dos relacionamentos para sabermos quem somos nós. Certo dia, assisti a discussão de duas pessoas que conheço bem, ela dizia a ele o que gostaria de dizer ao marido e ele dizia a ela o que gostaria de dizer ao pai.

 

Um projetava no outro suas sombras e é claro que essa discussão levou a uma raiva gratuita posterior que não fez bem nem a um nem ao outro. Quando desconhecemos a nós mesmos muitas vezes somos controlados por esses aspectos invisíveis, que fazem parecer que o mundo conspira contra nós. Compreendendo a sombra e a projeção estamos avançando em direção a um campo imenso de possibilidades. Temos a chance de diminuir a desarmonia em nossas relações do dia a dia.

 

Desta forma, mais uma vez respire profundamente e reflita, quantas vezes projetou nas pessoas questões que só pertenciam a você.. Quando diminuímos as projeções que fazemos todo o tempo, ficamos mais inteiros na relação que estabelecemos conosco e com os outros. Deixamos de nos criticar exageradamente e de criticar os outros também.

 

Vamos aos poucos aos tornando mais autênticos e verdadeiros. Deixamos de ser o tempo todo controlado por emoções e situações internas que desconhecemos. O conhecedor de suas sombras e projeções enxerga o mundo com cores suaves, em vez de telas com borrões, as telas passam a fazer sentido Não há nada pior do que histórias sem sentido.

 

Conferir um sentido ao que nos acontece cabe a nós e mais ninguém. Não chegamos ao mundo com manual de instruções. Com o aprendizado sobre nós mesmos é que temos a chance de compreender as situações que nos trazem sofrimento.

 

Não basta desejar, tem que abrir o coração para se ver por inteiro, e depois tem que cuidar usar a plena atenção para perceber em que momento somos nós, em nossa inteireza e em que momento somos nós, misturados aos outros, ou seja, as nossas sombras e projeções.

Para entender o que queremos falar sobre o Poder Invisível nas Organizações precisamos entender que o invisível é apenas o que não vemos com os olhos, no sentido clássico do Paradigma Mecanicista, ou seja, “só vendo para crer”.

 

Pensamentos, sentimentos, sonhos não são visíveis, mais existem. Como explicar que eles existem? Porque todos nós os vivenciamos. Então quando falamos de alguma experiência relacionada a um destes aspectos, nós entendemos, pois os vivemos, mas não o vemos. Eles não são visíveis.

 

Em uma Organização, o ambiente (animado, tenso, com sinergia, sobrecarregado, de reclamação, de monotonia, de fofoca, etc…) é desenvolvido pelas pessoas que fazem parte deste Organismo Vivo.

 

Para identificarmos claramente qual é o Poder Invísivel na sua empresa, é necessário a aplicação do EXAME ORGANZACIONAL que é uma metodologia estruturada que vai nos dizer como “anda a sua empresa” no que se refere a cultura, valores e formas de pensamentos.

26 set 2018

BY: rdhadmin

Serviço Empresarial

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LÍDER COMO FORMADOR DE PESSOAS

LÍDER COMO FORMADOR DE PESSOAS

 

O QUE SE DEVE PRATICAR

 

  • Desperta o que cada pessoa de seu Time tem de melhor.

 

  • Valoriza os talentos e estimula a melhorar nos aspectos com dificuldades.

 

  • Sabe escutar de forma plena e consciente.

 

  • Cuida da sua equipe, e isto quer dizer, se interessar pela sua qualidade de vida, pelo seu crescimento, pelos seus relacionamentos profissionais e pelo seu desempenho profissional.

 

  • Cria um ambiente de sensação de pertencimento em seu Time.

 

  • Trata o seu Time como pessoas que tem uma história, respeita–as, porém, cobra de forma assertiva o que precisa ser realizado.

 

  • Da feed backs, sempre elogiando e depois, onde precisa melhorar.

 

  • Treina constantemente cada pessoa da sua equipe, individual ou em grupo.

 

  • Precisa se conhecer e aprender a “olhar para dentro” reconhecendo e acolhendo o que tem de talento e o que tem de pontos a melhorar.

 

  • Precisa cuidar de seu auto desenvolvimento, sempre.

 

  • Precisa ser o exemplo das coisas que fala.

 

  • Deve falar menos, escutar e agir mais.

 

  • Deve ensinar a sua equipe a aprender o que for necessário para que os relacionamentos entre eles seja agradável e respeitoso e que saibam fechar as vendas, através da confiança, segurança e uma grande dose de empatia.

 

  • Deve ajudar o seu time a criar um propósito, um sonho ou algo que queira realizar em sua vida pessoal e/ou profissional. Deve motivar a sempre crescer.

 

  • Deve procurar aprender o tempo todo. Ser humilde, que quer dizer, se reconhecer do tamanho que é. Nem se valorizar, nem se menosprezar.

 

  • Formar o seu substituto – Este é um GRANDE DESAFIO.

 

O QUE SE DEVE EVITAR.

 

  • Evitar falar mal das pessoas e de noticias ruins.

 

  • Não deve perder a paciência, ficar irritado ou ser agressivo.

 

  • Não deve ser frio e racional. É importante criar vínculos com a equipe. São os vínculos que vão ajudar no crescimento do time.

 

  • Não deve pensar que precisa ser servido. O líder precisa servir.

 

  • Não deve se preocupar com o que a equipe pensa de você. Isto é insegurança e baixa estima.

 

  • Não deve se preocupar em demitir, quando tiver feito tudo para o crescimento da pessoa, e ela não tiver correspondendo. Quando você demite uma pessoa, você não está “acabando com a vida dela”. Apenas está tomando a decisão por ela que ela mesmo não tomará, ou seja, você está dizendo que o perfil dela não se encaixa na empresa. E precisa acontecer de forma natural.

 

  • Nunca deve criticar nenhuma pessoa em público.

 

  • Não deve gastar energia cobrando e falando em demasia. Isto gera medo e/ou raiva.

 

  • Tempo de casa, não é sinal de competência nem que deva ser promovido. Perfil de liderança não é a mesma coisa que ser um bom vendedor ou caixa. São competências diferentes.

 

 

 

 

26 set 2018

BY: rdhadmin

Serviço Empresarial

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OS 4 PILARES DO ÊXITO HOLÍSTICO NAS ORGANIZAÇÕES

ÊXITO HOLÍSTICO NAS ORGANIZAÇÕES – OS 4 PILARES

 

  • Aprender a fazer
  • Aprender a conhecer
  • Aprender a conviver e
  • Aprender a ser

 

A integração dos 4 pilares ou dimensões humanas é a mais contemporânea ideia do êxito humano ou organizacional, ou seja, a empresa para ter sucesso sustentável precisa, através de sua liderança e toda a base operacional, desenvolver a capacidade de aprender a fazer, conhecer, conviver e ser.

Quando uma empresa consegue transitar e se aprofundar por estas 4 pilares, está se preparando para atuar na área estratégica, tática e operacional e mais do que isso, estará apta a criar seu propósito e trabalhar para que as pessoas sejam influenciadas por ele, de forma a contagiar e motivar, bem como multiplicar, a partir da liderança, seus valores para toda a empresa.

Quando a empresa atinge este nível de consciência ou cultura, ela começa a sair do nível da sobrevivência para o nível da realização, ou seja, ela passa a criar um vínculo com seus clientes cada vez mais forte, na medida em que começa a se aproximar deles e escuta-los, e mais ainda, começa entender alguns pontos que talvez o próprio cliente ainda não perceba e a empresa começa a antecipar-se as demandas que ainda podem não ser tão claras para os seus clientes.

A determinação de se aproximar de seus clientes precisa ser algo que esteja no “DNA e na Cultura da empresa”.

 

Não se pode, em nenhum momento, criar barreiras em relação ao cliente, ao contrário, as estratégias precisam contemplar 24h por dia, 7 dias por semanas, 30 dias por mês e 365 dias por ano, escutar, escutar e escutar os seus clientes.

Quando a empresa valoriza e escuta na prática sua equipe e seus clientes, ela estará caminhando para um crescimento e resultados efetivos.

 

Nos tempos atuais o nível de atendimento e relacionamento de confiança e credibilidade com equipe e clientes é o que vai determinar a fidelização e a divulgação do negócio, trazendo novos clientes