Ansiedade a doença que Impacto na Produtividade 27 set 2018

BY: rdhadmin

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ANSIEDADE – A DOENÇA DO NOSSO SÉCULO E SUA INFLUÊNCIA NA PRODUTIVIDADE

ANSIEDADE

A DOENÇA DO NOSSO SÉCULO E SUA INFLUÊNCIA NA PRODUTIVIDADE

Ansiedade é a doença que Impacto na Produtividade. Os termos latinos correspondentes a ansiedade e angústia vem do grego aghô, eu aperto, eu estreito. Dele, surge no latim as palavras angoe anxioque significam constrição física e tormento.

Em alemão, Angst– medo

Sensação de receio e apreensão, sem ou com causa evidente. Sinônimo de ânsia, aflição: perturbação de espírito causa pela incerteza e pelo receio.

Pensamentos repetitivos, preocupações constantes, impaciência, querer resolver as coisas para ontem, não prestar atenção no que está vendo, ouvindo ou falando.

Cansaço pela repetição dos problemas e das preocupações

Perda de energia para mudar as coisas. Sensação de estar brigando com o mundo (reação de luta e fuga)

Ansiedade a doença que Impacto na Produtividade

A importância de nomear para resignificar

Ansiedade por ser uma doença que Impacto na Produtividade, acaba gerar uma reação de resposta de luta e fuga que não corresponde a realidade quando ela é exagerada ou repetitiva. Está ligado ao medo irracional.

Existe o medo e a ansiedade positiva e o medo e ansiedade negativa ou psicológica.

É um estado de apreensão e aflição, que nos tira do presente e pode nos levar a ter pensamentos compulsivos.

Ansiedade é antecipação de uma situação desagradável e que trazemos para o presente.

Criamos adrenalina e noradrenalina como se tivesse um perigo nos rondando.

Existem vários tipos de perturbação de ansiedade (irei apenas citar algumas destas perturbações com uma breve explicação)

– A Ansiedade Generalizada caracteriza-se por uma preocupação excessiva e irrealista perante situações rotineiras da vida, tais como responsabilidades no emprego, saúde dos membros da família, pequenos problemas do dia-a-dia, etc;

– As Fobias – caracterizam-se pelo medo excessivo e irracional face a um objeto ou situação (animais, alturas, espaços fechados, multidões, etc.);

– A Perturbação de Pânico – caracteriza-se pela presença de ataques de pânico repetidos (período de medo intenso ou terror, associado frequentemente a um sentimento de morte iminente, acompanhado de sintomas como falta de ar, palpitações, dor no peito, suores frios, confusão mental e/ou vómitos, que se inicia subitamente) sem causa aparente. O medo de repetir os ataques de pânico invade o espaço mental das pessoas que sofrem desta perturbação;

– A Perturbação Obsessivo-Compulsiva caracteriza-se pela presença de ideias, pensamentos, impulsos ou imagens, sentidos como intrusivos e inapropriados e que causam forte ansiedade ou mal-estar, mas que persistem e que a pessoa sente incapaz de controlar. Alguns exemplos são: necessidade de lavar as mãos repetidamente, contar os objetos, necessidade absoluta de ordenar tudo, pensamentos agressivos repetidos ou imagens sexuais recorrentes, etc.);

– O Síndrome de Pós – Stress Traumático consiste no aparecimento de um conjunto de sintomas característicos na sequência de um acontecimento estressor traumático extremo, que implica uma experiência direta ou indireta com uma situação que envolva morte ou ameaça grave à integridade física para o indivíduo ou outros (por exemplo, violência sexual, guerra, acidente grave, etc.).

Não existe um fator único que explique o aparecimento de determinada perturbação de ansiedade. De um modo geral, existem fatores de natureza biológica e psicológica (acontecimentos externos e conflitos internos) envolvidos no desenvolvimento da perturbação de ansiedade.

Ansiedade é quando não estamos conectados conosco e com o momento presente. É quando não vivemos o Sentido ou Propósito da Vida, segundo Victor Frankl.

É quando vivemos no piloto automático, sem consciência de quem somos nós e o que estamos fazendo aqui. É viver em função das notícias ruins ligadas ao passado ou ao futuro. Ela pode se tornar um hábito destruidor de nossa capacidade de se relacionar, de sentir prazer, de sentir alegria e paz e se tornar pouco criativa.

Ansiedade nos faz sofrer e também aos outros, pois ficamos cheios de razão, de pontos de vistas e muito crítico, nos isolando cada vez mais.

Ansiedade parece que sempre estamos em dívida e que tudo que fazemos não é suficiente. Somos devedores do mundo. E sempre em estado de que algo ruim vai acontecer. (estado de hipervigilância)

Procurar ser perfeccionista é um estado de ansiedade.

Quando desenvolvemos um alto grau de ansiedade, o nosso trabalho fica bem prejudicado. Teremos dificuldade de focar no que estamos fazendo, nos distrairemos constantemente,  gerando estados alterados de humor, como a  irritação, impaciência, frieza em relação ao outro, perdas de vínculos, afastamento e isolamento.

O que gera uma baixa produtividade e um grande esforço para cumprir as suas tarefas. Um esforço que reforça o estado de ansiedade, gerando um ciclo vicioso que deve ser rompido através do reconhecimento urgente deste estado interno.

Ansiedade a doença que Impacto na Produtividade

DICAS PARA LIDAR MELHOR COM A ANSIEDADE.

  • Tomar consciência o que gera mais ansiedade; uma dica é o onde tenho mais apego, mais expectativa e pensa repetidamente em algum assunto específico.
  • Fazer atividade física 3 x semana, 30 minutos por dia.
  • Praticar relaxamento ou meditação, 5 minutos de manhã e 5 minutos a noite
  • Viver, procurando elogiar a si, ao outro e aos outros.
  • Não menosprezar nem idolatrar a ansiedade. É um estado psíquico passageiro.
  • Seja um pouco mais seletivo no que lê, fala, ouve e pensa.

O pensador russo Gurdjeev traçou 20 regras de vida, que foram colocadas em destaque no “Instituto Francês de Ansiedade e Stress”, em Paris.

Dizem os expertsem comportamento que, quem já consegue assimilar um mínimo de 10 delas, seguramente aprendeu a viver com qualidade interna….

Aí estão:

1 – Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2 – Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3 – Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4 – Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5 – Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6 – Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos.

7 – Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8 – Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais  importantes.

9 – Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10 – Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11 – A família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12 – Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.

13 – É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente, ao menos num raio de 100 quilômetros. Não adiantará se estiver mais longe.

14 – Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15 – Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16 – Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo…; para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17 – A rigidez é boa na pedra, não no ser humano. A ele cabe firmeza.

18 – Uma hora de intenso prazer substitui, com folga, 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19 – Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a pureza e a fé.

20 – Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é o que se fizer.

Ansiedade a doença que Impacto na Produtividade

27 set 2018

BY: rdhadmin

Serviço Clínico

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OS 3 NÍVEIS DE RELACIONAMENTOS

OS 3 NÍVEIS DE RELACIONAMENTOS

Nos relacionamentos, encontramos um dos instrumentos mais importantes para o exercício que nos levará a cura de nossos apegos mais profundos.

É no encontro que surge a maior oportunidade para evolução ou estagnação. É no encontro que tentamos recriar as feridas da infância para superá-las. Como não temos consciência disto, estamos muito mais próximos da repetição inconsciente dos mesmos padrões do que para evolução dos mesmos

Na realidade, nesta afirmação está contida a profunda verdade de que a maioria de nós passa uma vida inteira assistindo ao mesmo filme com cenários e atores diferentes. Mas o ponto central está lá. Temos sempre um foco a ser trabalhado e vários sub-focos ligados a este ponto central. Cada um sabe onde está seu maior apego, e até que ponto este apego nos fez abandonar nosso maior desejo em vez de nos fazer ir ao encontro dele.

Nos apegamos tanto ao medo da dor que acabamos por ter cada vez mais dor.

Para que possamos vislumbrar a perspectiva de um novo entendimento dos relacionamentos com os outros, com os fatos, objetos e consigo mesmo, é necessário a compreensão da existência de alguns níveis de amor contidos dentro de nós; e também é necessário compreender que as relações são oportunidades para que possamos perceber onde estão nossos maiores apegos.

São estes os níveis de relacionamentos descritos pela abordagem de Jean Yves Leloup:

“Ninguém cura ninguém e ninguém se cura sozinho; as pessoas se curam no encontro.”

Roberto Crema

PORNÉIA  – É o relacionamento do bebê com a mãe

Mama, bebe e  come, enfim é o relacionamento que consome o outro. A ser humano e as empresas estão consumindo o outro, os recursos e os ecossistemas. Neste tipo de relacionamento devoramos o outro, e quando o outro nos decepciona, nós o “vomitamos”.

Amar e rejeitar é a lei básica deste nível de relacionamento.

EROS  –  É o relacionamento do adolescente, do encantamento.

É o relacionamento no qual se busca a felicidade, você vai na direção do outro para ser feliz com ele. Se não somos felizes, “adolescentemente” culpamos o outro. Vamos buscar alguém para preencher aquela falta que não recebemos na infância. É o mito da alma gêmea, de que outra metade irá me completar.

PHILIA –  É o relacionamento da troca.

No momento em que trabalhamos um pouco na evolução de nossos apegos, e passamos a compreender um relacionamento, no sentido de que ninguém nos fará feliz, e de que a felicidade é uma conseqüência natural de se conseguir ser quem  se é. Pleno e inteiro surge este nível de relacionamento que é a parceria e o companheirismo. Quando vamos na direção do outro para aprender a ser humano, aprendendo dar e receber afeto.

Philia, é quando deixamos de consumir para compartilhar.

ÁGAPE – É o nível mais alto de relacionamento. Ele é incondicional, o afeto gratuito, transpessoal. É o estado interno maior que o coração humano.

Diria que este nível de relacionamento é para os “seres iluminados”, os santos, são as pessoas que realmente conseguiram se tornar “humanizadas”, ou seres humanos de verdade, na sua plenitude.

Como na maior parte da vida estamos nos relacionando no nível da pornéia e de eros, eles vão se tornando cada vez mais superficiais e distantes, e dificilmente iremos amadurecer para melhorar nossas relações profissionais e afetivas.

Desta forma é necessária uma reflexão profunda de quais os níveis de relacionamentos estamos vivendo para que possamos experimentar um pouco de felicidade e evolução em nosso caminho.

E desta forma sermos mais verdadeiro, inteiros e produtivos em nosso trabalho.

27 set 2018

BY: rdhadmin

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OS 4 NÍVEIS DE INTELIGÊNCIAS

OS 4 NÍVEIS DE INTELIGÊNCIAS

Sentido etimológico de inteligência: capacidade de discernir, de separar, de peneirar entre as diferentes alternativas e ser capaz de toma a decisão mais oportuna. Uma pessoa inteligente é, de fato, uma pessoa que sabe separar o essencial do acidental, o valioso do que carece de valor, aquilo que necessita para desenvolver uma determinada atividade daquilo que é irrelevante para a mesma.  Dentro deste contexto, conhecer e dominar os 4 níveis de inteligências.

A inteligência é o recurso que dá abertura para a totalidade e a capacidade de conquistar a verdade Ela capacita a transcender-se e superar todos os limites.

Um ser vivo se conduz inteligentemente quando põe em prática uma conduta caracterizada pelas seguintes notas:

  • Haver sentido;
  • Não basear-se em tentativas anteriores ou repetir-se em cada nova tentativa;
  • Responder a situações novas que não sejam típicas para a espécie ou para o indivíduo;
  • A capacidade que ela tem de criar-se em si mesma.

Teoria da Inteligência Múltiplas (Howard Gardner, Psicólogo Americano, 1983)

A identificação de distintas formas de inteligência não conduz a uma visão fragmentada da mente humana, pois cada uma desenvolve uma função peculiar e está integrada no conjunto.

São formas interdependentes e nenhuma delas é auto suficiente. portanto, é de vital importância conhecer e aprender a dominar os 4 Níveis de Inteligências.

  1. Inteligência lógico-matemática – racional

 Nos torna capazes de resolver problemas mediante processos indutivos e dedutivos, aplicando o raciocínio, os número e padrões abstratos. Manifesta-se nos cientistas atuais, engenheiros, matemáticos, economistas e administradores.

Durante muito tempo foi considerada a única inteligência no mundo ocidental, a dos números.

 

  1. Inteligência intrapessoal – emocional

 Nos habilita para formar uma imagem verdadeira e precisa de nós mesmos, para distinguir o que somos daquilo que representa no plano das relações sociais. Também nos permite compreender as necessidades mais profundas e os desejos fundamentais que emergem de nosso ser. Nos possibilita de conhecer aspectos internos de nossa própria identidade. O cultivo desta inteligência é essencial para elucidar qual profissão exercer e a função social a desenvolver. O autoconhecimento é a chave do êxito na vida afetiva e profissional

 

  1. Inteligência interpessoal ou social – relacional

 É a faculdade para entender e compreender os outros. Uma pessoa que cultive esta modalidade de inteligência tem uma habilidade especial para as relações sociais, para estabelecer vínculos e alianças empáticas com seus semelhantes, o que lhe é especialmente útil para gerar projetos em equipe e criar coesão em grupos de trabalho. Manifesta-se nos líderes religiosos, nos políticos, profissionais de socorro e bons professores, bem como em verdadeiros líderes corporativos.

Inteligência Espiritual – capacidade de transcender

É um tipo de inteligência que nos interrogue sobre o sentido da vida.

Para que vivemos?

Pergunta voltada ao fim, ao objetivo, a orientação para a nossa vida.

Para que serve a Inteligência Espiritual?

  • Abre a nossa mente ao fim, ao horizonte, ao objetivo maior e serve para ver as coisas em perspectivas.
  • Também serve para tomarmos distância, silenciar, desconectar, “desaparecer para valorizar como estou no mundo”. Analisar como estou no mundo, como andam meus vínculos, minhas atitudes e posturas perante a vida.
  • Capacidade de maravilhar-se do mundo, diante de um quadro, de um mar, de uma flor, de uma mesa de jantar bonita, de uma atitude nobre, de uma pessoa, etc…
  • Capacidade de aprofundar e transcender. Não se limita ao que vê, ao superficial, ao objetivo, ao senso comum.

No mundo corporativo, é a empresa que consegue olhar de fora o que está acontecendo dentro dela. Esta capacidade somente os seres humanos tem e quanto mais a acessamos mais chance temos de ultrapassar e transcender os problemas atuais em que estamos.

A capacidade de olhar de fora tem um enorme poder de tomarmos a melhor decisão para sair de nossa zona de conforto.